quinta-feira, 6 de junho de 2013

Crônica nº1


Esta é a primeira crônica postada no nosso Blog. Foi escrita por uma das integrantes do nosso grupo, a Elisandra. Não deixem de ler!
 
        Sabe aquele dia em que tudo dá errado? Pois é, hoje foi assim! Estava vindo do trabalho exausta, e deixei para abastecer o carro no Posto perto da minha casa.  Estava vindo distraída, quando de repente o carro parou.  Não tive dúvida era o combustível! Isso nunca acontecera antes, mas como diz o ditado: “tem sempre a primeira vez”.                                                                       
       Dei sinal para o carro de traz passar, e o jovem ainda ficou bravo. Desci e comecei a empurrar o carro para a calçada. Logo apareceu uma moça para me ajudar... Claro, tinha que ser, pois os homens somem nessa hora. Depois de muito esforço apareceu um moço que se ofereceu para me levar ao posto. Como não o conhecia agradeci, dizendo que não precisava, pois meu secretário estava a caminho. Lógico que não era verdade, fiquei com medo.                 
       Pensei que o Posto estivesse perto e resolvi ir caminhando, e só depois de uns vinte minutos andando que consegui chegar. Comprei gasolina, mas estava abastecendo com álcool, tudo bem o carro é flex. Voltei caminhando, pois fiquei com vergonha de pedir para alguém me levar. Foram mais vinte minutos de volta. Andava com um galãozinho de combustível na mão. Senti-me mal, parecia que todos olhavam para mim. Então, como uma linda miss na passarela, ergui os ombros, estiquei o pescoço e desfilei elegantemente pela calçada. Ah, carregando o galãozinho e cheirando a    combustível.                                                                                                                                     
        Pois, é! Esqueci-me de dizer que nesse dia, eu usava um lindo scarpan de salto agulha. Imagina como ficou o sapatinho. Bem, consegui chegar ao carro. O sapato, bem, esse tive que jogar no lixo.
        Depois de muito tentar despejei o combustível no tanque, dei partida e fui para casa. Nessa hora é que pude tirar uma conclusão:  antes prevenir do que remediar. Ser prudente e abastecer  sempre que puder é a melhor coisa
        Voltei caminhando, pois fiquei com vergonha de pedir para alguém me levar. Foram mais vinte minutos de volta. Andava com um galãozinho de combustível na mão. Senti-me mal, parecia que todos olhavam para mim. Então, como uma linda miss na passarela, ergui os ombros, estiquei o pescoço e desfilei elegantemente pela calçada. Ah, carregando o galãozinho e cheirando a  combustível.
 
 

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